ExtMind, Hub de Educação Empresarial e Negócios

Treinamento empresarial para liderança e equipe em São José dos Campos

Conteúdo da página

A ExtMind tem três treinamentos: atendimento, comunicação assertiva e entrega no prazo com qualidade. Cada um é montado pela necessidade da empresa, da liderança ao time.

Falar sobre o treinamento da equipe

Já aconteceu de você mandar alguém para um treinamento e a empresa continuar igual na segunda-feira?

Isso acontece quando o treinamento ensina técnica e não mexe em comportamento, ou quando ninguém combina o que vai mudar na rotina depois. Meus treinamentos não são de capacitação técnica. O foco é o desenvolvimento da pessoa dentro da empresa, em três frentes: capacitação, desenvolvimento mental e desenvolvimento emocional e comportamental. O treinamento é uma das frentes do hub de educação empresarial da ExtMind, ao lado da mentoria e da estruturação de processos.

O que a ExtMind entende por treinamento?

Treinamento, aqui, é desenvolver pessoas para entregarem melhor o que a empresa já vende. Ele desce da liderança até o time, e é personalizado pela necessidade de cada cliente. Não existe pacote fechado para todo mundo.

A razão é prática. Empresa em que o problema é atendimento precisa de uma conversa. Empresa em que o problema é ruído entre departamentos precisa de outra. Por isso o treinamento parte da necessidade do cliente.

Quais treinamentos a ExtMind oferece?

São três, e cada um responde a uma queixa que o dono já conhece:

TreinamentoPara quem sente istoO que trabalha
Do atendimento à experiênciaCliente reclama de demora ou falta de retornoPostura dos colaboradores, fazer o básico bem feito, superar expectativas, diminuir reclamação
Comunicação assertivaO time se atrapalha por ruído e falta de clarezaClareza na comunicação, dizer o óbvio, acabar com os ruídos
O jogo se ganha na excelênciaPrazo estourado ou serviço com erroImportância da entrega no prazo e de um serviço de qualidade sem erros, explicado de forma fácil para o empresário entender

Os três se completam. Atendimento depende de comunicação, e entrega no prazo depende de os dois.

Como funciona o treinamento de comunicação assertiva?

Comunicação assertiva é dizer com clareza o que precisa ser dito. Uma frase que repito nos treinamentos e nos vídeos é: o óbvio precisa ser dito. O que está claro para o dono muitas vezes não está claro para a pessoa que executa.

Dou dois exemplos do que aparece quando falta comunicação:

  • Uma colaboradora chega e diz: "às vezes eu fico perdida, porque cada hora é uma pessoa que me pede algo". Ninguém contou a ela a quem responder. O artigo sobre organograma empresarial trata desse caso.
  • Uma lista de pendências enorme, que parece lentidão, mas nasce de uma tarefa que nunca foi explicada. O artigo de produtividade no trabalho mostra como separar falta de conhecimento de falta de vontade.

Quando o time entende o que se espera dele, a cobrança fica justa. Não dá para cobrar de uma pessoa o que ninguém treinou, ensinou ou preparou.

E o treinamento "Do atendimento à experiência"?

Este treinamento melhora o atendimento aos clientes. Trabalha a postura do colaborador, o básico bem feito, a superação de expectativas e a redução de reclamação por demora ou falta de retorno.

O ponto de partida é o que o cliente enxerga. Quando ele liga e cai com um assistente, depois com um auxiliar, e ninguém sabe dizer quem resolve, a empresa parece desorganizada. Às vezes ela nem é. Falta ajuste, e o treinamento ajuda a corrigir a ponta do atendimento enquanto o processo por trás é arrumado, muitas vezes com o mapeamento de processos.

O que é "O jogo se ganha na excelência"?

É o treinamento sobre entrega. Ele desperta nos colaboradores a importância de cumprir o prazo e de fazer um serviço de qualidade, sem erro. E é explicado de forma fácil para o empresário entender.

O que ele mede é concreto: prazo cumprido e erro a menos. Se a sua queixa é "o cliente esperou mais do que combinamos" ou "o serviço voltou para refazer", este é o treinamento que responde a ela.

Treinamento resolve tudo?

Não, e vou ser direta. Treinamento sem execução vira evento. Se a empresa não tem processo definido, se o dono não segue o combinado ou se o gestor foi promovido sem preparo, o treinamento ajuda, mas não fecha a conta sozinho.

Por isso os treinamentos da ExtMind ficam dentro do método GPS360, no pilar Pessoas. Quando o problema é maior que uma capacitação, o caminho é a mentoria empresarial, com diagnóstico e acompanhamento da execução.

Um bom teste: pergunte a qualquer colaborador quais são as funções dele e o que o líder espera do trabalho dele. Se ele não sabe, comece por aí.

Continue a ler

Perguntas frequentes

Se o treinamento não é técnico, o que a pessoa aprende?

Aprende a se comportar e a decidir melhor dentro da empresa, em três frentes: capacitação, desenvolvimento mental e desenvolvimento emocional e comportamental. Eu escolhi esse foco porque a empresa contrata pelo currículo e demite pelo comportamento. Olhe as suas últimas cinco demissões e veja se alguma foi por falta de capacitação técnica: se fosse, você nem teria contratado. Quando o comportamento está bem desenvolvido, a parte técnica fica muito mais fácil.

Devo treinar primeiro o gestor ou o time inteiro?

Comece pela liderança. O trabalho desce da liderança até o time, porque não dá para cobrar de uma pessoa o que ela não treinou, não ensinou e não preparou. Muito gestor foi auxiliar ou estagiário e virou gestor pelo tempo de casa, sem preparo nenhum. Antes de treinar o time, sente com o seu gestor e escreva o que você espera da cadeira dele, como mostro em organograma empresarial.

Comemorar resultado do time não amolece a equipe?

Não. Comemorar não é perder a seriedade, reforça o pertencimento e mostra ao time que o esforço a mais valeu a pena. Quem anda 120 em vez de 100 e é reconhecido tende a querer andar 140. Reconhecimento não precisa ser bônus: pode ser um elogio em público, uma folga ou uma experiência, e o formato certo depende do perfil comportamental de cada pessoa, então escolha três formas: uma financeira, uma não financeira e uma simbólica.

Tenho um funcionário que entrega muito resultado, mas não segue as regras. O que eu faço?

Avalie resultado e comportamento juntos, em duas colunas. Resultado alto e comportamento baixo é o que chamo de funcionário estrela, e o risco é ele contaminar o time, porque os outros passam a se perguntar por que só eles cumprem a regra. Antes de demitir, veja se você já deu feedback estruturado sobre o comportamento e se tem sido permissivo, porque aquilo que você permite repetidamente vira cultura. Se resultado e comportamento estão os dois baixos, a decisão é demitir sem demorar.

Meu colaborador antigo parou de evoluir. Dá pra treinar ou já era?

Dá pra tentar, mas antes veja há quanto tempo ele está assim. De cada dez pessoas antigas no time, eu arrisco dizer que só uma ou duas evoluíram com as mudanças do mundo, e as demais ficaram para trás. Comece com feedback por escrito, treinamento de comportamento e uma conversa sobre quais são as responsabilidades dele. Se ele não sabe o que o líder espera do trabalho, o problema começa aí.

Dei autonomia ao meu gerente e ele errou. Como treino sem virar bronca?

O medo de errar cria gestor dependente: se toda vez que ele decide você dá bronca, ele para de decidir e volta a te ligar para tudo. Treine o limite, dizendo com clareza até onde ele pode ir sem você. Quando o erro vier, e ele vem, ajuste o caminho com ele e não traga a decisão de volta pra você. Veja o passo a passo em delegar tarefas ou descentralizar decisões.

Qual a diferença entre treinamento e mapeamento de perfil comportamental?

Treinamento desenvolve as pessoas; o mapeamento de perfil comportamental, o CIS Assessment, mostra qual é o perfil de cada colaborador, para pôr a pessoa certa no lugar certo. É comum ter gente errada no lugar errado, e o mapeamento evita isso. O perfil também ensina a reconhecer cada um do jeito que ele valoriza: tem quem queira dinheiro, quem queira elogio em público e quem prefira ouvir parabéns na sua sala, em particular. Se quiser ver os dois juntos, fale com a Aline pelo WhatsApp.

Como dar feedback sem virar bronca de corredor?

Dê feedback estruturado, por escrito, e não conversa de corredor. Existem dois tipos: o de orientação, quando algo está desalinhado e você realinha, e o de validação, quando a pessoa fez algo bom e merece ouvir. Muito dono só usa o primeiro, e quem só recebe bronca acaba procurando emprego fora. Sem feedback, chega o dia em que você demite alguém que nunca teve a chance de melhorar.

Um bom profissional não quer trabalhar na minha empresa. O que o treinamento muda?

Antes de treinar, faça o teste dos cinco motivos: escreva cinco razões pelas quais um bom profissional escolheria a sua empresa e cinco pelas quais ele sairia. Nada de "porque a empresa é ótima": dê nome aos bois. Bom profissional não fica onde faltam processo, organização e liderança, e o salário pesa, mas não é o fator decisivo. O treinamento ajuda a liderança e o time a construir esse ambiente, e cultura é o que as pessoas fazem quando ninguém está olhando.

Entra funcionário novo e copia o vício dos antigos. Como evitar?

Receba o novo funcionário mostrando o organograma e o que se espera de cada ponto do cargo dele, porque o que é claro para você não é claro para quem chega. Depois, cuide do que você permite: aquilo que você permite repetidamente vira cultura, e ele aprende a cultura real olhando o que acontece, não a plaquinha de valores na parede. O óbvio precisa ser dito, e é esse o centro do treinamento de comunicação assertiva.